quarta-feira, 12 de setembro de 2012


Será que estamos condenados ao desassossego,
essa paz de angustia que não nos deixa dormir noite após noite
a amores irrealizáveis e paixões passageiras?
Choro ininterruptamente as perdas diárias
E espero ligações que nunca virão...
Um cansaço me sobe a espinha
Quisera esvaziar o peito e poder respirar já com tranqüilidade
Mas olho o mundo e ele é cinza
e opaco...
E volto a sentir a inquietude de outrora.


Cíntia Maria

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