sexta-feira, 21 de setembro de 2012


Eu penso nela e penso em coisas bonitas:
Respeito,
compreensão,
tempo
e blábláblá.
Quando apenas um ‘foda-se’ resolveria tudo
Um ‘vá a merda’
ou tantas outras expressões que nos permite sermos mais exatos.
Mas as palavras não saem da minha boca
E eu a pergunto o que a angustia
O que a faz sofrer
O que posso fazer para apoiá-la nesse momento de grande aflição
Acato aos seus pedidos sem grandes questionamentos
Atendo a sua ligação sem titubear
E entro na confusão dos seus pensamentos desordenados
Espero,
espero,
espero...
e nada acontece.
A sua vida segue normalmente sem mim
E ainda assim eu espero
Espero por tudo que não virá.
Meu coração já tão saturado
Ainda cria esperanças vazias

enquanto tanta gente tenta me encontrar
Eu me escondo
Esperando que ela volte.




Cíntia Maria!

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Com o esteto no pescoço   saindo do plantão Ela lê meus poemas Não estão na televisão     nem no rádio Não sou grande poeta Nem mesmo ...