terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Minha tempestade particular!

Num esforço hercúleo eu tento me afastar de você
Indago-me o porquê de falhar sempre
Permaneço como uma flor que se abate frente à tempestade
Meu desejo instintivo de libertação me conduz a tentar fugir
Atemorizada e insegura não sei aonde ir...
Qual pássaro aprisionado na gaiola, aguardo o dia em que não mais te amarei
E pra outros campos partirei...

Cíntia Maria

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